quinta-feira, 31 de maio de 2012

“Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele. E triste. Dói ser “sem cera”.”



“A garota mais bonita que eu conheço não é nenhuma miss, nem engata tantos olhares quando passa por aí. A garota mais bonita que eu conheço nem acha que é bonita. Acha graça e não acredita quando eu à digo assim. A garota mais bonita que eu conheço não faz nada para parecer bonita, não faz boa maquiagem, não usa jóias ou roupas da moda, não vai pra academia nem tem belo manequim. A garota mais bonita que eu conheço simplesmente sorri, e, quando sorri, ela é a garota mais linda do mundo!”



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